Panzerfaust

Posted on July 28th, 2008 in Uncategorized by admin

A Panzerfaust é uma arma alemã utilizada durante a segunda guerra mundial. Tinha o objetivo de servir como um destruidor de carros de combate e foi criada devido a grande falta de blindados na wehrmacht, sendo a solução para destruir carros de combate soviéticos e aliados em ambas as frentes de combate.

Apesar de ter sido uma boa arma anticarro não foi capaz de suplantar a enorme reserva de carros de combate aliados, dentre eles o aperfeiçoamento da blindagem e a quantidadade enorme de carros de combate inimigos.

Rally Grupo B

Posted on July 26th, 2008 in Uncategorized by admin

O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

Lowrider

Posted on July 23rd, 2008 in Uncategorized by admin

Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.


História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.


Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

Biscaia

Posted on July 21st, 2008 in Uncategorized by admin

A Biscaia (em basco Bizkaia, em castelhano Vizcaya) é uma província de Espanha no norte da comunidade autónoma do País Basco. A sua capital é a cidade de Bilbau.


Municípios

  • Lista de municípios da Biscaia


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  • Página oficial

Avenida Vilarinho

Posted on July 20th, 2008 in Uncategorized by admin

A Avenida Vilarinho abriga o shopping norte e as quadras da Vilarinho onde ocorrem, nos fins de semana, bailes funk. As quadras da Vilarinho ficaram famosas pelo suposto aparecimento do Alex, O capeta da vilarinho. É a principal avenida do bairro de Venda Nova, em Belo Horizonte.
Além disso, a avenida vilarinho é um importante corredor de acesso ao centro de Belo Horizonte, ligando uma das principais regiões de Belo Horizonte à Avenida Cristiano Machado. É também na Av Vilarinho que ocorre o desfile cívico-militar no dia 7 de setembro, levando milhares de pessoas a avenida, que também serve como acesso ao municipio limítrofe Ribeirão das Neves.

Grande Prêmio da Itália de 1989 (Fórmula 1)

Posted on July 18th, 2008 in Uncategorized by admin

Resultados do Grande Prémio da Itália realizado em Monza a 10 de Setembro de 1989


Classificação

Pos Piloto Equipa Voltas Tempo Grid Pts
1 2 Alain Prost McLaren-Honda 53 1′19:28.4 4 9
2 28 Gerhard Berger Ferrari 53 +7.326 2 6
3 5 Thierry Boutsen Williams-Renault 53 +14.975 6 4
4 6 Riccardo Patrese Williams-Renault 53 +38.722 5 3
5 4 Jean Alesi Tyrrell-Ford 52 + 1 Volta 10 2
6 7 Martin Brundle Brabham-Judd 52 + 1 Volta 12 1
7 23 Pierluigi Martini Minardi-Ford 52 + 1 Volta 15  
8 24 Luis Perez-Sala Minardi-Ford 51 + 2 Voltas 26  
9 25 Rene Arnoux Ligier-Ford 51 + 2 Voltas 23  
10 12 Satoru Nakajima Lotus-Judd 51 Suspensão 19  
11 21 Alex Caffi Dallara-Ford 47 Motor 20  
Ret 22 Andrea de Cesaris Dallara-Ford 45 Motor 17  
Ret 1 Ayrton Senna McLaren-Honda   Motor  
Ret 27 Nigel Mansell Ferrari   Caixa de Vel.  
Ret 37 Bertrand Gachot Onyx-Ford   Radiador  
Ret 19 Alessandro Nannini Benetton-Ford   Travões  
Ret 16 Ivan Capelli March-Judd   Motor  
Ret 26 Olivier Grouillard Ligier-Ford   Exhaust  
Ret 11 Nelson Piquet Lotus-Judd   Spun Off  
Ret 3 Jonathan Palmer Tyrrell-Ford   Motor  
Ret 9 Derek Warwick Arrows-Ford   Fuel System  
Ret 17 Nicola Larini Osella-Ford   Caixa de Vel.  
Ret 29 Michele Alboreto Lola-Lamborghini   Eléctrico  
Ret 15 Mauricio Gugelmin March-Judd   Regulador  
Ret 30 Philippe Alliot Lola-Lamborghini   Spun Off  
Ret 20 Emanuele Pirro Benetton-Ford   Transmissão  
DNQ 8 Stefano Modena Brabham-Judd    
DNQ 10 Eddie Cheever Arrows-Ford    
29 38 Christian Danner Rial-Ford    
DNQ 39 Pierre Henri Raphanel Rial-Ford    
DNPQ 36 Stefan Johansson Onyx-Ford    
DNPQ 40 Gabriele Tarquini AGS-Ford    
DSQ 31 Roberto Moreno Coloni-Ford    
DNPQ 18 Piercarlo Ghinzani Osella-Ford    
DNPQ 34 Bernd Schneider Zakspeed-Yamaha    
DNPQ 35 Aguri Suzuki Zakspeed-Yamaha    
DNPQ 33 Oscar Larrauri Euro Brun-Judd    
DNPQ 41 Yannick Dalmas AGS-Ford    


Notas

  • Volta mais rápida: Alain Prost 1′28.107

Formula D

Posted on July 16th, 2008 in Uncategorized by admin

É um campeonato que começou inicialmente no Japão, cuja inspiração teve inicio num piloto japonês, chamado Kunimitsu Takahashi, criador da técnica em 1970 e se expandiu por todo mundo.

Em Portugal foi feita uma apresentação no Porto no Circuito da Boavista e a abertura de uma escola de condução para este campeonato os carros utilizados são os Subarus da Yukes.

Os carros utilizados em drift são bastante leves ficando por cerca de 1200 Kilos cada, é retirado praticamente tudo o que não faz falta, como: forros, todos os bancos deixando só o do piloto, mas alterando para um desportivo, alcatifas protecções em plástico entre outras.

No Japão os carros mais utilizados são o Nissan Silvia/180SX, Toyota AE86, Mazda RX-7, Nissan Cefiro (versão com tração traseira), Nissan Laurel, Nissan Skyline (com tracção traseira), Nissan Fairlady Z, Toyota Altezza, Toyota Soarer, Honda S2000, e Mazda Miata. Ja a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alta performance tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO. Os drifters em outros paises geralmente usam carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tracção dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tracção nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4×4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes. D1 e outras competições profissionais não permitem carros AWD. Então, carros como o Impreza e o Lancer são convertidos para RWD para poderem competir nos torneios.

Videocassetadas

Posted on July 16th, 2008 in Uncategorized by admin

Videocassetadas são filmagens em vídeo apresentadas em programas como Domingão do Faustão e Domingo Legal, entre outros.

Normalmente feitas por cinegrafistas amadores em câmeras de vídeo domésticas, apresentam pessoas ou animais em situações constrangedoras, apresentadas com o propósito de provocar o riso na audiência.


Exemplos

Há uma grande quantidade de situações apresentadas em videocassetadas - há aqui alguns exemplos:

  • Noivo ou noiva que cai diante do altar em um casamento;
  • Pessoas que escorregam e derrubam bolos, caem em cima de outrem;
  • Saias ou calças que caem em público;
  • Exageros de dançarinos que terminam por derrubar os parceiros;
  • Gente que cai do palco ou passarela;
  • Crianças que se emporcalham com comida;
  • Pessoas que caem de cavalos;
  • Gente que leva chifradas em touradas;

etc.


Crítica

A quantidade de vídeos apresentada é pequena, o que leva a uma sensação de déjà vu que provoca descrédito; afinal, é possível que aquela videocassetada tenha passado dezenas de vezes nos últimos anos. O fato é que a popularidade das videocassetas defende sua permanência nos programas domingueiros.

Microrregião do Vão do Paranã

Posted on July 15th, 2008 in Uncategorized by admin

A microrregião do Vão do Paranã é uma das microrregiões do estado brasileiro de Goiás pertencente à mesorregião Leste Goiano. Sua população foi estimada em 2006 pelo IBGE em 96.646 habitantes e está dividida em doze municípios. Possui uma área total de 17.388,823 km².


Municípios

  • Alvorada do Norte
  • Buritinópolis
  • Damianópolis
  • Divinópolis de Goiás
  • Flores de Goiás
  • Guarani de Goiás
  • Iaciara
  • Mambaí
  • Posse
  • São Domingos
  • Simolândia
  • Sítio d’Abadia

Escatologia

Posted on July 15th, 2008 in Uncategorized by admin

Escatologia (do grego antigo σχατος, “último”, mais o sufixo -logia) é uma parte da teologia e filosofia que trata dos últimos eventos na história do mundo ou do destino final do gênero humano, comumente denominado como fim do mundo. Em muitas religiões, o fim do mundo é um evento futuro profetizado no texto sagrado ou no folclore. De forma ampla, escatologia costuma relacionar-se com conceitos tais como Messias ou Era Messiânica, a pós-vida, e a alma.


Conceito de várias religiões

A maioria das religiões monoteístas ocidentais tem uma doutrina que prega que seus membros ‘escolhidos’ ou ‘valorosos’ de uma fé verdadeira irão ser poupados ou livrados do julgamento prometido e da fúria de Deus. Eles irão ser conduzidos para o paraíso antes, durante ou após isto dependendo do cenário do fim do mundo para que eles estejam esperando. Outras religiões politeístas também possuem conceitos de um destino individual após a morte ou um ciclo de renascimentos, sendo que algumas também apresentam a ideia de uma abrupta transformação da situação colectiva da humanidade.


Cristianismo

Jesus Cristo, conforme registado nos Evangelhos de Mateus, capítulos 24 e 25, Marcos, capítulo 13 e Lucas, capítulo 21, teceu considerações extensas sobre aquilo que ensinou ser a sua próxima vinda ou advento bem como o fim do mundo. No entanto, afirmou que mais ninguém além de Deus sabia quando isso viria a acontecer. As palavras gregas syntéleia e aión que dão origem à expressão fim do mundo em algumas traduções da Bíblia, são no entanto vertidas por outras expressões por diferentes tradutores. Tomando como exemplo o versículo de Mateus 24:3, a versão Almeida, Versão Corrigida e Fiel, reza:

“E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?”

Alguns exemplos da tradução de αιών (aión) em outras traduções bíblicas são:

  • “fim do mundo” – Bíblia Sagrada, Missionários da Difusora Bíblica Fransciscanos Capuchinhos, 2002
  • “fim do mundo” – Redação IntraText - Bíblia Pastoral da Editora São Paulo, 1993
  • “fim do mundo” – Bíblia Ave Maria
  • “fim do mundo” – Almeida, Versão Revista e Corrigida
  • “consumação do século” – Almeida, Versão Revista e Atualizada
  • “fim da era” – Today’s English Version
  • “fim desta época” – Bíblia de Jerusalém, nova edição revista e ampliada, 2002
  • “conclusão da era” – Rotherham
  • “terminação do sistema de coisas” – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, 1984, Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados
  • “consummação do seculo” – Padre António Pereira de Figueiredo, 1900
  • “encerramento da era” – Revised Standard Version, tanto na edição protestante como na católica.
  • “fim da era” – The New English Bible
  • “tempo… de tudo acabar” – Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Assim, para muitos comentadores bíblicos, esta expressão permite conceber um fim definitivo para o planeta Terra, junto com todo o seu conteúdo. Em contraste, para vários outros, o que realmente chegará ao fim é uma “era” e não a terra literal e seus habitantes, visto que aión é diferente de kósmos, palavra que em geral designa o mundo da humanidade. Também, as palavras “conclusão”, “consumação” ou “terminação” são traduções mais precisas da palavra grega syntéleia, que é diferente de telos, usualmente traduzida por fim ou fim completo.

Alguns cristãos no Século I d.C. acreditavam que o fim do mundo ou das eras, como consequência da segunda vinda de Cristo, ocorreria durante as suas vidas. À base dos conselhos que o Apóstolo Paulo deu aos cristãos em Tessalônica, percebe-se que alguns argumentavam que a volta de Jesus era iminente e que tais especuladores pregavam ativamente essa sua teoria. Parece que alguns até mesmo usavam isso como desculpa para não trabalhar para o seu próprio sustento. O Apóstolo Paulo alertou então:

“Agora, irmãos, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e ao nosso encontro com ele, pedimos a vocês o seguinte: não se deixem perturbar tão facilmente! Nem se assustem, como se o Dia do Senhor estivesse para chegar logo, mesmo que isso esteja sendo veiculado por alguma suposta inspiração, palavra, ou carta atribuída a nós.” (2 Tessalonicenses 2:1,2) - Redação IntraText - Bíblia Pastoral da Editora São Paulo, 1993

No entanto, alguns anos mais tarde, a carta atribuída ao Apóstolo Pedro, continha o seguinte alerta:

“Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida, para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.” (2 Pedro 3:1-4) – Almeida, Versão Revista e Atualizada

As palavras concludentes do último livro da Bíblia, Revelação ou Apocalipse, expressam a esperança cristã da vinda de Cristo e da consequente consumação dos tempos, com as seguintes palavras:

“Aquele que atesta essas coisas, diz: ‘Sim! Venho muito em breve.’ Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Apocalipse 22:20) - Bíblia de Jerusalém, nova edição revista e ampliada, 2002

Com base nesta esperança do segundo advento de Jesus Cristo, várias denominações cristãs vieram a desenvolver os seus conceitos, sendo que alguns deles são divergentes, conforme se poderá observar na análise comparativa das suas doutrinas.


Catolicismo

Em 130 d.C. Justino, o Mártir acreditava que Deus estaria a atrasar o fim do mundo porque desejava que o Cristianismo se tornasse uma religião mundial. Por volta do Século III a maioria dos professos cristãos acreditava que o fim dos tempos ocorreria depois de suas mortes. Em 250 d.C. Cipriano, Bispo de Cartago, escreveu que os pecados dos cristãos eram um prelúdio e prova de que o fim dos tempos estava próximo. Alguns, recorrendo às Tradições Judaicas, fixaram o fim das eras na Sexta Idade do Mundo. Usando este sistema, o fim foi anunciado para 202 d.C. mas, quando esta data passou, foi fixada uma nova data. Na época de Clóvis I, considerado o fundador da França e que se converteu ao catolicismo após ser entronizado como rei em 481 d.C., alguns escritores católicos haviam apresentado a idéia de que o ano 500 d.C marcaria o fim do mundo. Depois de 500 d.C., a importância e a expectativa da vinda do fim do mundo ou das eras como parte dos fundamentos do Cristianismo foi marginalizada e gradualmente abandonada. Apesar disso, surgiu um temporário reavivamento dos temores relacionados com o fim dos tempos com a aproximação do milésimo ano do nascimento de Cristo. Muitos acreditavam na iminência do fim do mundo ao se aproximar o ano 1000. Segundo consta, as atividades artísticas e culturais nos mosteiros da Europa praticamente cessaram. Eric Russell observou no seu livro Astrology and Prediction: “‘Em vista da proximidade do fim do mundo’ era uma expressão muito comum nos testamentos validados durante a segunda metade do Século X.”

Para muitos católicos hoje em dia, expressões tais como “Juízo Final”, “Dia do Juízo” ou “fim do mundo” suscitam visões dum ajuste de contas final e da destruição da Terra. Sob o cabeçalho “Fim do Mundo”, o conceituado Dictionnaire de Théologie Catholique (Dicionário de Teologia Católica), declara: “A Igreja Católica crê e ensina que o mundo atual, assim como Deus o fez e assim como é, não durará para sempre. Todas as criaturas visíveis feitas por Deus no decorrer das eras[…] deixarão de existir e serão transformadas numa nova criação.” Também, o católico Dictionary of Biblical Theology (Dicionário de Teologia Bíblica) exalta a criação como “a bondade de Deus”, e, como “uma verdadeira obra de arte”, mas prossegue descrevendo como os elementos literais, físicos, experimentarão uma “total inversão, mediante uma súbita volta ao caos”.

No entanto, muitos outros católicos rejeitam a idéia do “fim do mundo”, sendo que para eles, a expressão apenas indica um estado de mudança das atuais condições do mundo para condições novas, tal como o mundo já teria sofrido outras metamorfoses no passado. Interpretam a passagem do Evangelho de João, no capítulo 12, versículo 14: “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque vou para junto do Pai.” como um sinal de constante desenvolvimento e aperfeiçoamento infinito do homem.


Mórmons

Os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias acreditam que Jesus Cristo, O Criador, irá voltar em sua Segunda Vinda agora em Jackson County, Missouri, Estados Unidos da América, e dirigirá uma era de mil anos de paz chamada de Milênio, quando Satã irá ser banido. No fim do Milênio, Satã irá ser solto e a terra entrará em uma guerra, a qual irá destruir o mundo inicialmente com fogo, limpando a terra do mal. Todos os membros fiéis da igreja serão salvos da destruição, mas cada homem ou mulher que já viveu na Terra, vivo ou morto, será ressuscitado, ou posto em um estado de imortalidade.

O Julgamento Final que irá ocorrer no final de tudo, irá separar todas as pessoas em três reinos divinos: o Reino Celestial, o Reino Terrestre, e o Reino Telestial. No livro Doutrina e Convenios, Joseph Smith Jr., autor principal do livro e o primeiro profeta, líder e vidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, classificou estes reinos em níveis de glória; sol, a lua, e as estrelas. O sol dá origem a brilho, e se relaciona a glória do reino celestial, o qual é para aqueles que obedecem a todos os mandamentos, vivem de forma justa, e foram batizados e casados em um templo da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A lua, o segundo em ordem de brilho, se relaciona com o Reino Terrestre, o qual é para aqueles que foram corretos em certo sentido, mas não obedeceram constantemente a cada mandamento e/ou não foram batizados ou casados no templo. As estrelas, sendo as menos brilhantes, se relacionam ao Reino Telestial, para aqueles que não foram corretos, significando aqueles que constantemente não obedeceram aos mandamentos e não foram batizados ou casados no templo. Um pequeno grupo de pessoas, as quais ele chama Saídos das Trevas, irão para onde Satã foi enviado após o Pai Celestial o ter expulsado do céu. Uma destas pessoas foi Caim, do relato de Caim e Abel no livro do Gênesis.


Testemunhas de Jeová

As Testemunhas de Jeová acreditam que a Terra jamais será destruída, segundo o que entendem de versículos bíblicos tais como Eclesiastes 1:4, Isaías 45:18 e Salmos 37:29. Ensinam que o propósito de Deus é que o planeta se encha de humanos e que, portanto, a expressão “fim do mundo”, ou “fim do sistema de coisas” conforme a versão da Bíblia que usam, refere-se à ocasião em que Deus, através do seu Filho Jesus Cristo, estabelecerá um reino ou governo global, eliminado todos os outros governos humanos.


Cristianismo Ortodoxo

A doutrina do cristianismo sofreu variações pelo tempo. Desde os tempos do Antigo Testamento, que o povo judeu ouvia dos profetas que haveria , em um futuro, ou um fim de todos os males, em que Deus castigaria os injustos. já no Novo Testamento, Jesus mesmo faz menção deste tempo (kairoi). Ou seja, haveria um (eschaton-kairos)..

Diferenças na interpretação, tem se dividido entre os evangélicos estudiosos. Isto se deu bem no tempo de Jesus Mt 16.1-4, de Paulo At 17.17,18. Segundo Bultmann, Jesus esteve de acordo com os escribas de seu tempo, em observar a lei. Mt 19.16-22.

Desde o primero século dominou-se entre os apóstolos, o desejo de entender o antigo testamento. Contudo o método alegórico eram praticados pelos pais da igreja. Passando por Clemente de Alexandria, Orígenes e São Agostinho.

Já na escola de Antioquia, havia grupos que tentou evitar o letrismo e a alegoria que havia em Alexandria.

No seculo XII, sugiu Nicolau de Lyra que trouxe um significado importante do literal. Foi desta obra que Lutero se abrilhentou, e mutios creem que foi esta obra que influenciou-o a reforma (século XVI). Dai surgiu Calvino, e com ele surgiu grandes principios para a interpretação moderna. Foi dentro desta epoca que surgiram várias escolas especializadas em “escatologia”, cada uma com suas interpretações:


Pré-milenismo

Crêem que Jesus voltará antes dos mil anos, “mil, do Gr.chilia”. Esta posição foi adotada por Agostinho, deespopularizado em tempos futuros. Atualmente esta escola se tornou sinonimo do dispensacionalismo, revitalizado. Há ainda uma discordancia entre pre-milenistas clássicos, e, os dispensacionalistas.


Pós-milenismo

Crêem que através da evangelização, o mundo finalmente será de Cristo. Cristo voltará a terra no fim do milênio.


Amilenismo

Ou, pós-milenismo. Aqui o milênio é simbólico, e o tempo se refere a primeira e a segunda vinda de Cristo, nada aqui é literal.


Budismo

Buda predisse que seus ensinamentos irão desaparecer depois de 500 anos. De acordo com Sutta Pitaka, as dez normas de conduta moral irão desaparecer e as pessoas irão seguir os dez conceitos imorais do roubo, violência, mentira, difamação, adultério, conversa ociosa e abusiva, desejos de cobiça e maldade, ambição desenfreada, e perversão sexual que resultariam no aumento da miséria espiritual e no fim das leis seculares da verdade de darma

Em termos budistas, o conceito básico da salvação é a libertação das leis do karma e samsara, bem como chegar ao Nirvana. Os textos budistas dizem que é impossível descrever ou explicar o que é o Nirvana, podendo apenas ser vivenciado. Não é um céu, para onde a pessoa vai após a morte, mas sim uma consecução que está ao alcance de todos, aqui e agora. Afirma-se que a própria palavra significa “apagar, extinguir”. Assim, alguns definem o Nirvana como a cessação de toda paixão e desejo; uma existência isenta de todo sentimento sensorial, como a dor, o medo, a ânsia, o amor ou o ódio; um estado de eterna paz, descanso e imutabilidade. Essencialmente, diz-se ser a cessação da existência individual.


Hinduísmo

As profecias tradicionas do Hindus, tal como são descritas nos Puranas e em vários outros textos Hindus, dizem que o mundo deverá cair no caos e degradação. Haverá então um rápido influxo de perversidade, inveja e conflito, e este estado foi descrito como:

“Quando o esteleonato, letargia, apatia, violência, desânimo, tristeza, desilusão, medo e superação da pobreza… quando o homem, preenchido com esta conceito, considerar a si próprio um igual com o Brahma… esta é o Kali Yuga.”

Isto é seguido pela manifestação do décimo e futuro avatar. Deus deverá manifestar-se como Avatar Kalki. Ele é “retratado como um jovem magnífico cavalgando num grande cavalo branco com uma espada semelhante a um meteoro fazendo chover morte e destruição por todos os lados” (Religiões da Índia, em inglês) “A sua vinda restabelecerá a justiça na terra, e a volta de uma era de pureza e inocência.” (Dicionário do Hinduísmo, em inglês). Avatar Kalki irá estabelecer a ordem sobre a terra e a mente das pessoas tornar-se-á pura como um cristal. Como um resultado disto, o Sat ou Krta Yuga (idade dourada) será restabelecida.


Islamismo

No Islamismo, existe a crença que no Dia do Juízo, Deus ira ressuscitar e julgar os mortos, mandando os justos para o Céu e os que não mostrarem arrependimentos de suas maldades para o Inferno. As origens históricas da escatologia Islâmica parecem ser bem similares à Cristã, visto que Maomé ensinou aos seus companheiros, que alguns deles iriam ver o fim das coisas no decorrer de suas vidas, tal como se entende que Jesus ensinou a seus discípulos,


Judaísmo

No Judaísmo, o fim do mundo é chamado de acharit hayamim (fim dos dias). Eventos tumultuosos abalarão a velha ordem do mundo, criando uma nova ordem na qual Deus é universalmente reconhecido como a nova lei que organiza tudo e todos. Uma das sagas do Talmud diz “Deixe o fim dos dias chegar, mas eu não devo estar vivo para presenciá-lo“, porque os vivos na ocasião serão submetidos a tais conflitos e sofrimentos.

O Talmud, no folheto Avodah Zarah, página 9A, estabelece que o mundo como o conhecemos somente irá existir por seis mil anos. O calendário judaico tem seu início determinado pela hipótese que o tempo começou na Criação do mundo por Deus, conforme relatado no Gênesis. Muitas pessoas (nomeadamente judeus conservadores e alguns cristãos) acreditam que os anos da Torah, ou Bíblia Judaica, devem ser considerados simbólicos. De acordo com antigos ensinamentos judaicos, atualmente ministrados por judeus ortodoxos, os anos relatados são consistentes com a passagem das eras, com 24 horas por dia e uma média de 365 dias por ano. Tal conclusão foi alcançada após realizarem-se as apropriadas calibrações, considerando a incongruência entre o calendário lunar e o calendário solar, já que o calendário judaico é baseado em ambos. O ano de 2006 equivale, assim, a 5766 anos desde a Criação, no calendário judaico. Portanto, de acordo com o cálculo, o fim do mundo, pelos preceitos judaicos, ocorrerá no ano de 2240.

De acordo com essa tradição, o fim do mundo irá presenciar os seguintes eventos:

  1. Reunião dos judeus exilados na terra geográfica de Israel .
  2. Derrota de todos os inimigos de Israel.
  3. Construção do terceiro Templo de Jerusalém e a restauração dos sacrifícios e serviços nele.
  4. Revitalização dos mortos ou resurreição.
  5. Naquele momento, o Messias judeu se tornará o monarca ungido de Israel. Ele dividirá as tribos de Israel nas porções de terra originais. Durante o período, Gog, rei de Magog, atacará Israel - desconhece-se quem é Gog e qual é a nação Magog. Magog travará uma grande batalha, na qual muitos morrerão de ambos os lados. Mas Deus intervirá e salvará os judeus. Esta é a batalha designada como Armagedom. Deus, tendo eliminado este inimigo final para sempre, irá conseqüentemente banir todo mal da existência humana.

Depois do ano 6000 (no calendário judeu), o sétimo milênio será uma era de santidade, tranqüilidade, vida espiritual e paz mundial, conhecida como o Olam Haba (mundo futuro), durante o qual todas as pessoas conhecerão a Deus diretamente. A festividade judaica do Rosh Hashanah tem muitos aspectos em comum com a crença islâmica de Qiyamah.

No Judaísmo, contudo, o relato do fim dos dias é muito pouco claro, sem se referir a quando tais eventos ocorrerão. Por exemplo, não se esclarece com precisão se o fim dos dias irá ocorrer antes, durante ou depois do ano 6000. Muito depende da forma como se interpreta a lei judaica. Alguns também afirmam que estes eventos tumultuados trarão dificuldades espirituais, tais como a imortalidade.


Zoroastrismo

A doutrina de Zaratustra (ZOROASTRO) é escatológica. De acordo com os seus preceitos, o mundo duraria doze mil anos. No fim de nove mil anos, ocorreria a segunda vinda de Zaratustra como um sinal e uma promessa de redenção final dos bons. No final dos tempos haveria o julgamento derradeiro de todas as almas e a ressurreição dos mortos.

NGC 2787

Posted on July 15th, 2008 in Uncategorized by admin

NGC 2787 é uma galáxia lenticular barrada localizada a cerca de vinte e quatro milhões de anos-luz (aproximadamente 7,358 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Ursa Maior. Possui aproximadamente quatro mil e quinhentos anos-luz de diâmetro, uma magnitude aparente de 10,9, uma declinação de +69º 12′ 11″ e uma ascensão reta de 09 horas, 19 minutos e 18,5 segundos.


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  • Astronomia extragaláctica
  • Lista de galáxias
  • Lista de objetos NGC


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Escola Politécnica do Rio de Janeiro

Posted on July 14th, 2008 in Uncategorized by admin

A escola politécnica do Rio de Janeiro foi criada no ano de 1862 no prédio situado no Largo São Francisco de Paula, onde atualmente funciona o instituto de Filosofia e ciências humanas da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Destaca-se por ser a primeira faculdade de engenharia do Brasil precedida após pela Escola de Minas de Ouro Preto (1876) e a Escola Polítécnica de São Paulo (1894).

Roger Williamson

Posted on July 12th, 2008 in Uncategorized by admin

Roger Williamson (2 de fevereiro de 1948 – 29 de julho, 1973) foi um piloto inglês de Fórmula 1, que morreu durante o Grande Prêmio da Holanda de 1973.

Williamson ganhou os campeonatos da Fórmula 3000 inglesa de 1971 e 1972. Em 1973, Williamson teve uma chance de correr pela equipe March. Para a sua segunda corrida, o circuito escolhido foi o holandês, depois de 1 ano sem corridas afim de melhorar as condições de segurança na pista.

Durante a corrida, o pneu do carro de Williamson estourou; seu carro bateu no muro e contenção e foi arrastando-se por 275 metros, quando atravessou a pista e finalmente estacionou no muro de contenção oposto. Durante o arrasto, o tanque riscou o asfalto, efeito similar ao de um palito de fósforo sendo friccionado contra a caixa. O carro parou de cabeça para baixo, impossibilitando a saída de Williamson. Seu compatriota e amigo David Purley, embora não sendo da mesma equipe, abandonou sua própia corrida na tentativa desesperada de resgatar o amigo.

Williamson não sofreu maiores escoriações na batida, e ouviram-o gritando por Purley para tirá-lo do carro, virando o mesmo. Inicialmente os comentaristas da TV holandesa, os fiscais de prova e os outros pilotos pensaram que o carro ali destroçado era do própio Puley, vendo-o tentando virar o carro, concluíram que o piloto estava bem. Resultado: a corrida prosseguiu tranquilamente, enquanto Puley tentava salvar a vida de seu amigo.

Desesperado, Purley gesticulava pedindo ajuda aos comissários (que pouco mais podiam fazer do que olhar) e tentou até desvirar o carro sozinho. Ao perceber que nada mais poderia ser feito por Williamson, Purley caminhou desolado, a esmo, chegando a ficar no meio da pista, com os demais pilotos passando em alta velocidade. Detalhe: a corrida prosseguiu normalmente - o máximo que se fez nessa situação foi sinalizar o local com bandeira amarela.

Como não poderia deixar de ser, os organizadores holandeses foram acusados de incompetentes para baixo. Anos depois, surgiu uma versão de que o diretor de prova havia olhado de seu posto para o local do acidente com um binóculo (lembre-se que não havia ainda o aparato televisivo de hoje). Ao ver um piloto andando perto do carro em chamas, o diretor teria concluído que tudo estava bem e que os danos eram apenas materiais - daí a decisão de não paralisar a corrida. Verdade ou não, o fato é que Williamson morreu asfixiado.


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  • GPtotal

Grande Prêmio da Inglaterra de 1987 (Fórmula 1)

Posted on July 11th, 2008 in Uncategorized by admin

Resultados do Grande Prémio da Inglaterra realizado em Silverstone a 12 de Julho de 1987


Classificação

Pos Piloto Equipa Voltas Tempo Grid Pts
1 5 Nigel Mansell Williams-Honda 65 19:12.2 2 9
2 6 Nelson Piquet Williams-Honda 65 1.918 1 6
3 12 Ayrton Senna Lotus-Honda 64 + 1 Volta 3 4
4 11 Satoru Nakajima Lotus-Honda 63 + 2 Voltas 12 3
5 17 Derek Warwick Arrows-Megatron 63 + 2 Voltas 13 2
6 19 Teo Fabi Benetton-Ford 63 + 2 Voltas 6 1
7 20 Thierry Boutsen Benetton-Ford 62 + 3 Voltas 5  
8 3 Jonathan Palmer Tyrrell-Ford 60 + 5 Voltas 23  
9 14 Pascal Fabre AGS-Ford 59 + 6 Voltas 25  
Ret 4 Philippe Streiff Tyrrell-Ford 57 Motor 22  
NC 9 Martin Brundle Zakspeed 54 Not Classified 17  
Ret 1 Alain Prost McLaren-TAG 53 Motor 4  
Ret 27 Michele Alboreto Ferrari 52 Suspensão 7  
Ret 18 Eddie Cheever Arrows-Megatron 45 Motor 14  
Ret 23 Adrian Campos Minardi-Motori Moderni 34 Fuel System 19  
Ret 21 Alex Caffi Osella-Alfa Romeo 32 Motor 20  
Ret 10 Christian Danner Zakspeed 32 Caixa de Vel. 18  
Ret 7 Riccardo Patrese Brabham-BMW 28 Turbo 11  
Ret 2 Stefan Johansson McLaren-TAG 18 Motor 10  
Ret 24 Alessandro Nannini Minardi-Motori Moderni 10 Motor 15  
Ret 8 Andrea de Cesaris Brabham-BMW 8 Turbo 9  
Ret 28 Gerhard Berger Ferrari 7 Acidente 8  
Ret 30 Philippe Alliot Lola-Ford 7 Caixa de Vel. 21  
Ret 25 Rene Arnoux Ligier-Megatron 3 Eléctrico 16  
Ret 16 Ivan Capelli March-Ford 3 Acidente 24  
DSQ 26 Piercarlo Ghinzani Ligier-Megatron 0 Excluded 19  


Notas

  • Volta mais rápida: Nigel Mansell 1′9.832

Chucho Narvaez

Posted on July 10th, 2008 in Uncategorized by admin

Diretor de fotografia, repórter cinematográfico, documentarista. Nascido na Cidade do México, México em 1922, onde começou sua longa carreira nos estúdios Churubusco e Azteca. Nesta ocasião Chucho Narvaez trabalhou com grandes nomes do cinema mexicano como Cantinflas, Pedro Armendariz, Dolores del Rio e outros.

Na década de 1940 morou nos EUA e trabalhou em grandes estúdios em Hollywood. Vive no Brasil desde 1948, quando chegou para rodar uma produção americana. Trabalhou na Atlântida Cinematográfica, na era de ouro das chanchadas, com Oscarito, Grande Otelo, Anselmo Duarte, Cyll Farney, Eliana, Carlos Manga, Watson Macedo.

Em 1965 foi um dos fundadores da Rede Globo, onde realizou grandes reportagens como: A guerrilha boliviana de Che Guevara, assasinato de Bob Kennedy, a visita ao Brasil da Rainha Elizabeth II, entre outras. Em 1969 passa a trabalhar, na Rede Globo, com o polêmico jornalista e político Amaral Neto e cria um novo estilo de documentários na TV o programa “Amaral Neto, o Repórter”. Anos mais tarde. nas décadas de 1980 e 1990 passa a dirigir o Centro de TV e Cinema da Petrobras.

Grande Prêmio da Holanda de 1983 (Fórmula 1)

Posted on July 10th, 2008 in Uncategorized by admin

Resultados do Grande Prémio da Holanda realizado em Circuit Zandvoort a 28 de Agosto de 1983


Classificação

Pos Piloto Equipa Voltas Tempo Grid Pts
1 28 Rene Arnoux Ferrari 72 38:42.0 10 9
2 27 Patrick Tambay Ferrari 72 20.839 2 6
3 7 John Watson McLaren-Ford 72 43.741 15 4
4 35 Derek Warwick Toleman-Hart 72 + 1:16.839 7 3
5 23 Mauro Baldi Alfa Romeo 72 + 1:24.292 12 2
6 3 Michele Alboreto Tyrrell-Ford 71 + 1 Volta 18 1
7 40 Stefan Johansson Spirit-Honda 70 + 2 Voltas 16  
8 29 Marc Surer Arrows-Ford 70 + 2 Voltas 14  
9 6 Riccardo Patrese Brabham-BMW 70 + 2 Voltas 6  
10 26 Raul Boesel Ligier-Ford 70 + 2 Voltas 24  
11 31 Corrado Fabi Osella-Alfa Romeo 68 Motor 25  
12 33 Roberto Guerrero Theodore-Ford 68 + 4 Voltas 20  
13 36 Bruno Giacomelli Toleman-Hart 68 Spun Off 13  
14 30 Thierry Boutsen Arrows-Ford 65 Motor 21  
Ret 1 Keke Rosberg Williams-Ford 53 Ignição 23  
Ret 9 Manfred Winkelhock ATS-BMW 50 Desqualificado 9  
Ret 5 Nelson Piquet Brabham-BMW 41 Colisão 1  
Ret 15 Alain Prost Renault 41 Spun Off 4  
Ret 16 Eddie Cheever Renault 39 Eléctrico 11  
Ret 2 Jacques Laffite Williams-Ford 37 Handling 17  
Ret 12 Nigel Mansell Lotus-Renault 26 Spun Off 5  
Ret 8 Niki Lauda McLaren-Ford 25 Travões 19  
Ret 4 Danny Sullivan Tyrrell-Ford 20 Motor 26  
Ret 11 Elio de Angelis Lotus-Renault 12 Eléctrico 3  
Ret 22 Andrea de Cesaris Alfa Romeo 5 Motor 8  
Ret 25 Jean Pierre Jarier Ligier-Ford 3 Suspensão 22  
DNQ 32 Piercarlo Ghinzani Osella-Alfa Romeo    
DNQ 34 Johnny Cecotto Theodore-Ford    
DNQ 17 Kenny Acheson RAM-Ford        


Notas

  • Volta mais rápida: Rene Arnoux 1′19.863

Obra

Posted on July 10th, 2008 in Uncategorized by admin

A palavra obra tem como sentido geral um trabalho realizado ou a realizar.

Em literatura se aplica tanto a um escrito, como a totalidade de uma produção, seja de uma pessoa assim como de um conjunto.

Em engenharia se utiliza a palavra obra para designar um projeto executado ou pendente de execução. Uma obra civil é um conjunto de actividades nas quais se altera a aparência, estrutura ou forma de uma edificação ou parte dela.

Em arquitectura se aplica tanto à execução de um projecto, como aos trabalhos de reforma de um já executado. Uma obra arquitetônica é uma construção elaborada com uma intenção estética e técnica definida. Atende aos anseios do arquiteto-construtor de produzir um espaço arquitetônico determinado.

Em artes, é um trabalho artístico.

Horizonte (desambiguação)

Posted on July 6th, 2008 in Uncategorized by admin

O termo horizonte pode referir-se a:

  • Horizonte - linha imaginária que separa a terra ou o mar do céu.
  • Sentido horizontal - relativo ao horizonte.
  • Horizonte de partículas.
  • TV Horizonte - canal de televisão de Minas Gerais.


Municípios do Brasil

  • Horizonte - município do Ceará.
  • Belo Horizonte - capital de Minas Gerais.
  • Alto Horizonte - município de Goiás.
  • Novo Horizonte - município de São Paulo.
  • Novo Horizonte - município de Santa Catarina.
  • Novo Horizonte do Sul - município de Mato Grosso do Sul.

Teatro Municipal de Dourados

Posted on July 4th, 2008 in Uncategorized by admin

O Teatro Municipal de Dourados é uma teatro brasileiro localizado na cidade de Dourados, e que tem a capacidade para 420 lugares.

Serve para atividades culturais como dança e teatro. Possui som, iluminação, ar condicionado, banheiros masculino e feminino e boca de cena com oito metros de altura, dez metros de largura e doze metros de profundidade. Está localizado na Av. Presidente Vargas.


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  • Lista de teatros do Brasil
  • Lista de locais para eventos e apresentações em Dourados

Panzerfaust

Posted on July 2nd, 2008 in Uncategorized by admin

A Panzerfaust é uma arma alemã utilizada durante a segunda guerra mundial. Tinha o objetivo de servir como um destruidor de carros de combate e foi criada devido a grande falta de blindados na wehrmacht, sendo a solução para destruir carros de combate soviéticos e aliados em ambas as frentes de combate.

Apesar de ter sido uma boa arma anticarro não foi capaz de suplantar a enorme reserva de carros de combate aliados, dentre eles o aperfeiçoamento da blindagem e a quantidadade enorme de carros de combate inimigos.