Eddie Irvine

Posted on May 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Edmund “Eddie” Irvine, Jr. (Newtownards, 10 de novembro de 1965) é um ex-piloto de Fórmula Um da Irlanda do Norte.

Seu primeiro sucesso internacional foi Formula Ford Festival de 1987. A este sucesso seguiram a Formula 3 e 3000. Sem um carro competitivo na Formula 1 segue para Japão onde começa na Formula 3000 e sportscars. Chega na Formula 1 em 1993 no GP do Japão. Em 1996 entra para o primeiro time como segundo piloto da Ferrari tendo Michael Schumacher como primeiro piloto. Obtem seu primeiro podium e três vitórias no campeonato de 1999.


Resultados na Fórmula 1

Temporada Equipe Vitória Pontos Resultado
1993 Jordan-Hart 0 1 20th
1994 Jordan-Hart 0 6 14th
1995 Jordan-Peugeot 0 10 12th
1996 Ferrari 0 11 10th
1997 Ferrari 0 24 7th
1998 Ferrari 0 47 4th
1999 Ferrari 4 74 2nd
2000 Jaguar-Cosworth 0 4 13th
2001 Jaguar-Cosworth 0 6 12th
2002 Jaguar-Cosworth 0 8 9th

Ford Kuga

Posted on May 30th, 2008 in Uncategorized by admin

O Ford Kuga é um SUV compacto da Ford européia. O carro é baseado na plataforma C1 da Ford pelas qual tambem gira o C-MAX e o Focus.
Este carro vai ter tracção à frente e opcionalmente tracção integral (4×4). Os motores serão semelhantes aos diesel e aos a gasolina do Focus e do C-MAX.

O carro está a ser construído na Alemanha e estará à venda no princípio de 2008.
Na América do Norte o carro chamar-se-à Escape.


Ligações externas

  • Fotos e informações

Avenida Epitácio Pessoa

Posted on May 27th, 2008 in Uncategorized by admin

A avenida Epitácio Pessoa fica em João Pessoa, Paraíba. A avenida foi fundada no começo do século XX. Epitácio Pessoa é o nome de um presidente brasileiro que governou o Brasil durante 1919 e 1922. No começo da avenida há 2 monumentos: uma delas é a estátua de bronze de Epitácio Pessoa e a outra é uma arte plástica representando um pássaro dourado. A avenida é a mais movimentada da cidade e uma das mais movimentadas do estado.

Extreme Aggression

Posted on May 25th, 2008 in Uncategorized by admin

Extreme Aggression é um álbum da banda alemã de thrash metal Kreator, lançado em 1989.


Faixas

  1. Extreme Aggression
  2. No Reason to Exist
  3. Love Us or Hate Us
  4. Stream of Consciousness
  5. Some Pain Will Last
  6. Betrayer
  7. Don’t Trust
  8. Bringer of Torture
  9. Fatal Energy


Integrantes

  • Mille Petrozza — guitarra, vocal
  • Jürgen Reil — bateria
  • Rob Fioretti — baixo
  • Jörg Trzebiatowski — guitarra


Ver também

  • Kreator

Casamenteira

Posted on May 20th, 2008 in Uncategorized by admin

A casamenteira, ou até mesmo casamenteiro, é uma pessoa responsável por arranjar casamentos entre pessoas desconhecidas. Tinha forte importância no passado, atualmente, a figura da casamenteira sobrevive em comunidades mais tradicionais e afastadas. A ofício da casamenteira, que servia a todas as classes sociais, ajudava aos noivos conhecerem pessoas que teoricamente se dariam bem. Hoje em dia podemos dizer que a casamenteira sobrevive nos serviços de busca de parceiros em agências especializadas e na internet.

Remediação ambiental

Posted on May 19th, 2008 in Uncategorized by admin


REMEDIAÇÃO AMBIENTAL E ANÁLISE DE RISCO COM O SOFTWARE RBCA

A preocupação relacionada à contaminação da água subterrânea vem crescendo em áreas de produção, armazenamento e distribuição de petróleo e derivados em todo o país. Os órgãos de controle ambiental sugerem que a tomada de decisão sobre o gerenciamento ambiental de uma área impactada seja baseada em avaliação de risco. Como no Brasil não existem metodologias específicas de avaliação de risco à saúde humana, geralmente são utilizadas as metodologias norte-americana ou holandesa, onde são adotados os procedimentos estabelecidos pela metodologia norte- americana RBCA (Risk-Based Corrective Action). O risco só existirá se as concentrações de contaminantes excederem determinados limites considerados aceitáveis, se os receptores sensíveis fizerem parte do cenário e se as rotas de exposição forem completadas. Desta forma, a caracterização de uma área impactada em termos de uso e ocupação do solo, bem como o seu entorno, torna-se um aspecto fundamental para a avaliação de risco.
A estimativa do risco que os compostos químicos do petróleo em áreas impactadas podem oferecer a saúde humana e ao meio ambiente é baseada em um modelo conceitual de exposição. Este modelo é estabelecido através de um cenário que é composto pela fonte de contaminação, mecanismos de transporte e receptores. Os mecanismos de transporte representam os processos de transferência de massa dos contaminantes através do solo, água e ar. No caso da água subterrânea, em função do fluxo do aqüífero, os compostos dissolvidos são transportados através da zona saturada do solo formando plumas. As plumas de contaminantes podem então atingir receptores, como poços de captação ou recursos hídricos superficiais, localizados em uma posição à jusante da fonte de contaminação. A análise de risco representa uma das etapas mais importantes do gerenciamento ambiental de áreas impactadas ou de áreas potencialmente perigosas à saúde humana em relação à liberação de compostos químicos no meio ambiente. A tomada de decisão baseada no risco permite avaliar a necessidade de aplicação de ações corretivas adequadas ao local em função do risco real ou potencial de uma área específica, possibilitando, assim, uma melhor alocação dos recursos para remediação, garantindo a proteção da saúde humana e do meio ambiente.


Metodologia RBCA

A metodologia RBCA descreve uma seqüência lógica de atividades e decisões a serem tomadas desde a suspeita da contaminação até o alcance das metas de remediação. Estas atividades são realizadas em três etapas que se tornam progressivamente mais específicas e complexas, exigindo um maior grau de detalhamento da investigação ambiental do local avaliado.
Na Etapa 1, a avaliação de risco é realizada através da comparação das concentrações dos contaminantes medidas na fonte com valores de referência baseados no risco.
Na Etapa 2, o risco é determinado considerando as características específicas do local. Nesta etapa o ponto de exposição pode estar sobre a fonte ou afastado desta. Os modelos matemáticos de transporte e transformação de contaminantes utilizados nesta etapa, na grande maioria unidimensionais e de solução analítica, permitem a avaliação do deslocamento dos contaminantes em relação aos pontos de exposição. Se os resultados desta etapa indicarem riscos superiores aos limites estabelecidos, deverão ser adotadas medidas para controle do risco ou a realização da Etapa 3.
Na Etapa 3 é recomendada a coleta de dados ainda mais específicos do local e da população exposta, o que permite a avaliação mais aprofundada do cenário de risco potencial.


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  • STAambiental — página inicial

Museu do Brinquedo

Posted on May 19th, 2008 in Uncategorized by admin

O Museu do Brinquedo está situado em Sintra, distrito de Lisboa, Portugal e tem uma bela colecção internacional de brinquedos.

Os brinquedos variam desde modelos de aviões, carros e comboios, incluíndo conjuntos Hornby de 1930, a batalhões de soldados de brincar, bonecas e casas de boneca, brinquedos de folha, e curiosos carros e soldados de corda.

Yoshinogawa

Posted on May 19th, 2008 in Uncategorized by admin

Yoshinogawa (吉野川市 -shi) é uma cidade japonesa localizada na província de Tokushima.

Em 1 de Outubro de 2004, a cidade tinha uma população estimada em 47 218 habitantes e uma densidade populacional de 327 h/km². Tem uma área total de 144,19 km².

Recebeu o estatuto de cidade a 1 de Outubro de 2004.


  • Site oficial em japonês

Temporada da NBA de 1948-49

Posted on May 18th, 2008 in Uncategorized by admin

A temporada da NBA de 1948-49 foi a terceira temporada da Basketball Association of America (BAA), a liga que mais tarde iria tornar-se na National Basketball Association. A temporada terminou com os Minneapolis Lakers como campeões, batendo na final os Washington Capitols por 4 jogos a 2.


Ocorrências


Resultados finais


Divisão Este

Equipa V D % JA
Washington Capitols 38 22 .609 -
New York Knicks 32 28 .578 6
Baltimore Bullets 29 31 .453 9
Philadelphia Warriors 28 32 .355 10
Boston Celtics 25 35 .306 13
Providence Steamrollers 12 48 .177 26


Divisão Oeste

Equipa V D % JA
Rochester Royals 45 15 .750 -
Minneapolis Lakers C 44 16 .733 1
Chicago Stags 38 22 .633 7
St. Louis Bombers 29 31 .483 16
Fort Wayne Zollner Pistons 22 38 .367 23
Indianapolis Jets 18 42 .300 27

C - Campeões da NBA


Prémios NBA

  • Equipa ideal:

    • Max Zaslofsky, Chicago Stags
    • Bob Davies, Rochester Royals
    • George Mikan, Minneapolis Lakers
    • Jim Pollard, Minneapolis Lakers
    • Joe Fulks, Philadelphia Warriors

SP-479

Posted on May 16th, 2008 in Uncategorized by admin

SP-479 é uma rodovia do estado de São Paulo

Recebe as seguintes denominações em seu trajeto:

  • Nome: Frederico Pontes Gestal De - até: Pontes Gestal - SP-322 (Riolândia)
  • Nome: Miguel Jabur Elias De - até: SP-320 (Votuporanga) - Américo de Campos - Pontes Gestal

Ano vulgar que começa numa Quarta-feira

Posted on May 15th, 2008 in Uncategorized by admin

Este é o calendário para qualquer ano vulgar que começa numa Quarta-feira.

(Um ano vulgar é um ano com 365 dias – por outras palavras, não é um ano bissexto.)

       Janeiro               Fevereiro               Março
 Do Se Te Qu Qu Se Sa  Do Se Te Qu Qu Se Sa  Do Se Te Qu Qu Se Sa
           1  2  3  4                     1                     1
  5  6  7  8  9 10 11   2  3  4  5  6  7  8   2  3  4  5  6  7  8
 12 13 14 15 16 17 18   9 10 11 12 13 14 15   9 10 11 12 13 14 15
 19 20 21 22 23 24 25  16 17 18 19 20 21 22  16 17 18 19 20 21 22
 26 27 28 29 30 31     23 24 25 26 27 28     23 24 25 26 27 28 29
                                             30 31
        Abril                  Maio                   Junho
 Do Se Te Qu Qu Se Sa  Do Se Te Qu Qu Se Sa  Do Se Te Qu Qu Se Sa
        1  2  3  4  5               1  2  3   1  2  3  4  5  6  7
  6  7  8  9 10 11 12   4  5  6  7  8  9 10   8  9 10 11 12 13 14
 13 14 15 16 17 18 19  11 12 13 14 15 16 17  15 16 17 18 19 20 21
 20 21 22 23 24 25 26  18 19 20 21 22 23 24  22 23 24 25 26 27 28
 27 28 29 30           25 26 27 28 29 30 31  29 30
         Julho                 Agosto              Setembro
 Do Se Te Qu Qu Se Sa  Do Se Te Qu Qu Se Sa  Do Se Te Qu Qu Se Sa
        1  2  3  4  5                  1  2      1  2  3  4  5  6
  6  7  8  9 10 11 12   3  4  5  6  7  8  9   7  8  9 10 11 12 13
 13 14 15 16 17 18 19  10 11 12 13 14 15 16  14 15 16 17 18 19 20
 20 21 22 23 24 25 26  17 18 19 20 21 22 23  21 22 23 24 25 26 27
 27 28 29 30 31        24 25 26 27 28 29 30  28 29 30
                       31
       Outubro               Novembro              Dezembro
 Do Se Te Qu Qu Se Sa  Do Se Te Qu Qu Se Sa  Do Se Te Qu Qu Se Sa
           1  2  3  4                     1      1  2  3  4  5  6
  5  6  7  8  9 10 11   2  3  4  5  6  7  8   7  8  9 10 11 12 13
 12 13 14 15 16 17 18   9 10 11 12 13 14 15  14 15 16 17 18 19 20
 19 20 21 22 23 24 25  16 17 18 19 20 21 22  21 22 23 24 25 26 27
 26 27 28 29 30 31     23 24 25 26 27 28 29  28 29 30 31
                       30

Patrick Depailler

Posted on May 13th, 2008 in Uncategorized by admin

Patrick André Eugène Joseph Depailler (Clermont-Ferrand, 9 de Agosto de 1944 — Hockenheim, 1 de Agosto de 1980) foi um piloto de Formula 1 francês. Participou de 95 grandes prêmios estreando em 2 de Julho de 1972.

Quando criança, ele foi inspirado por Jean Behra. Talentoso e carismático, Depailler nunca obteve o tipo de equipamento que seu talento merecia, juntando-se a Tyrrell, que estava entrando em um longo e vagaroso declínio, e eventualmente se mudou para o errático time da Ligier. Finalmente ele tentou reviver a equipe Alfa Romeo em 1980. Foi neste último time, a qual Depailler ajudou a avançar no campeonato, para a qual ele estava dirigindo em uma sessão de testes privados em Hockenheim em 1 de Agosto de 1980, quando um suposta falha arremessou seu carro contra o muro a alta velocidade, infligindo ferimentos fatais na cabeça quando o seu veiculo decolou sobre uma barreira.

Ele venceu duas corridas, obteve uma pole position, atingindo 19 pontos, e fez um total de 141 pontos no campeonato.

  • Formula One All-Time Winners - [ Traduzir esta página ]Jacques Villeneuve. 50. Ricardo Rodriguez. 51. Clay Regazzoni. 52. Denny Hulme. 53. Jean Alesi Patrick Tambay. 67. Jenson Button. 68. Rubens Barrichello
  • Grand Prix Kanady - Wikipedie, otevřená encyklopedie - [ Traduzir esta página ]Bell - Patrick Tambay, Kenneth Acheson, Chris Amon, Mario & Michael Andretti, Mike Thackwell, Gijs van Lennep, Gilles Villeneuve, Jacques Villeneuve,
  • 27 - Ferrari Owners' Club - [ Traduzir esta página ]Still, on the strength of Gilles Villeneuve’s brilliance and the new engine’s Frenchman Patrick Tambay and American Mario Andretti filled in ably,
  • Top 100 F1 drivers list raises eyebrows - [ Traduzir esta página ]1983, Jacques Villeneuve (CDN), Frisbee-Chevrolet, 3. 1984, Michael Roe (IRE), VDS-Chevrolet, 7 1980: Patrick Tambay wins the first six races he enters.
  • Formula 1 Tilasto | SI Kisapaketit Hockenheim ja Spa - [ Traduzir esta página ]Pironi and Villeneuve's replacement Patrick Tambay took a victory each in the the C4 for 1984 and Michele Albareto joined the team to replace Tambay.
  • All Formula One Info - Gilles Villeneuve Circuit (Notre Dame) - [ Traduzir esta página ]Name: Patrick Tambay Nationality: France Date of birth: June 25, 1949 - Paris Dropped by Ferrari in favor of Michele Alboreto for 1984, Tambay moved

Museu do Brinquedo

Posted on May 12th, 2008 in Uncategorized by admin

O Museu do Brinquedo está situado em Sintra, distrito de Lisboa, Portugal e tem uma bela colecção internacional de brinquedos.

Os brinquedos variam desde modelos de aviões, carros e comboios, incluíndo conjuntos Hornby de 1930, a batalhões de soldados de brincar, bonecas e casas de boneca, brinquedos de folha, e curiosos carros e soldados de corda.

Colonização do Brasil

Posted on May 11th, 2008 in Uncategorized by admin

A Colonização do Brasil é o nome do processo de povoamento, exploração e dominação realizado pelos portugueses a partir do século XVI nas atuais terras brasileiras. Tem início com a chegada dos colonizadores à nova terra, habitada por numerosas nações indígenas.

Não se deve confundir a colonização do Brasil com a época do Brasil Colônia, visto que o processo de povoar e desenvolver o território começou antes e foi além da ocupação portuguesa, desde os índios até os imigrantes recentes.

Os povos ameríndios teriam sido os primeiros colonizadores (no sentido de que se propagaram pelo território). Sua origem ainda não foi plenamente esclarecida, mas a opinião mais aceita é de que descenderiam de antigas raças asiáticas e da Oceania que teriam chegado à América pelo estreito de Behring ou pela navegação no Oceano Pacífico.

A princípio os portugueses acreditavam que os índios pertenciam ao mesmo grupo racial. Após algum tempo, percebeu-se que havia diferenças significativas: os grupos tupis possuiam uma organização social mais complexa e falavam uma mesma língua. Os tapuias habitavam o interior.

Hoje se diz que os índios do Brasil podiam ser divididos em quatro grande grupos étnicos: os tupi-guaranis, os tapuias (ou jês), os nu-aruaques e os caraíbas.

Todas estas nações indígenas, embora tivessem suas estruturas políticas distintas em relação às civilizações do México, da Bolívia e do Peru(que constituiram-se em impérios) e, não opondo ao colonizador português a resistência que essas haviam oposto ao espanhol, deixaram como legado milhares de novas palavras ao vocabulário da língua portuguesa hoje falada no Brasil.

Muitos topônimos são originários da língua dos índios: os nomes de vários Estados (Amapá, Ceará, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí), de numerosas cidades (Caraguatatuba, Carapicuíba, Embu, Itamarandiba, Itaquaquecetuba, Paranapiacaba etc.), de acidentes geográficos (Anhangabaú, Itapeva, Urubuqueçaba, Itacolomi) e de animais (jaguatirica, urubu, tapir, siriema, jacutinga) tem como origem a cultura indígena, provando sua força.


Portugal e seu império colonial


Causas da expansão da colonização do Brasil

Vasco da Gama explorou as costas do Oceano Índico, abrindo as portas do Oriente à colonização portuguesa.
Com o objetivo de obter a hegemonia comercial na região, os portugueses entraram em luta com os mercadores árabes, os antigos senhores dos mares, conseguindo infligir-lhes sérias derrotas. Calecute, Egito e Veneza uniram-se contra Portugal, porém esta aliança foi derrotada em 1509.

Em 1510 Afonso de Albuquerque conquistou Goa, na Índia, que logo se transformou na principal possessão portuguesa na Índia. O controle português das rotas marítimas entre o oceano Índico e o mar Mediterrâneo foi assegurado com a tomada da ilha de Socotorá e da cidade de Ormuz.

Ao Sião e às ilhas de Sumatra e Java foi posteriormente imposto o protetorado português, com o domínio na região de Malaca na península da Malásia. Com tal domínio, os exploradores portugueses puderam chegar às ilhas de Sonda, à China e ao Japão. Portugal passou a ter um controle tão grande do Índico que era necessário a quem quisesse atravessá-lo solicitar um salvo-conduto às autoridades portuguesas.

As conquistas no Oriente, somadas à existência dos entrepostos comerciais da África, fizeram nascer o primeiro grande império colonial da Europa moderna, que se estendia por 20.000 km de costas, do cabo Bojador, no Atlântico, às ilhas Molucas, no Pacífico.

Ineficaz, porém, foi a forma do monopólio da exploração do império. Em vez de povoar os territórios, Portugal se impunha militarmente: para manter a logística, dispendia boa parte do que lucrava com o comércio das especiarias, sobretudo a pimenta.

Como se isso não bastasse, a concorrência começou a crescer com a entrada no comércio dos espanhóis, franceses, ingleses e holandeses atraídos pelos lucros obtidos com a revenda das especiarias na Europa.

Desta forma, por volta de 1550 já se encontravam decadentes as estruturas coloniais portuguesas na Ásia e na África.


Século XVI


A pré-colonização européia

No início, houve poucos pontos de ocupação espalhados pela extensa costa do Brasil, entre os pontos extremos determinados pelo meridiano do Tratado de Tordesilhas (1494).

Portugal não se interessou pelo Brasil de início, pois estava no auge o interesse pelo comércio de especiarias após a expedição em que Vasco da Gama descobrira o caminho para as Índias. Os portugueses tinham vindo atrás de riquezas minerais, mas o principal tesouro que encontraram seria o pau-brasil (Caesalpinia echinata), árvore em relativa abundância em largas faixas da costa. Do cerne avermelhado da madeira se extraía uma substância corante, usada para tingir tecidos. A madeira, dada sua grande resistência, era usada para mobiliário e na construção de navios. Como não descobriram ouro no Brasil e o comércio do pau-brasil rendia muito menos do que a pimenta e a noz-moscada, o interesse de Portugal limitou-se ao envio de algumas expedições.

Até 1530 a intervenção de Portugal resumiu-se ao envio de algumas esquadras para verificação da costa, à exploração comercial do pau-brasil, fundando-se feitorias, estabelecimentos efêmeros onde se armazenava o pau-brasil até a chegada da próxima frota. Eram atacadas por barcos franceses e por índios.

No início, vinham apenas homens portugueses para o Brasil, o que provocou grande miscigenação, formando-se casais inter-étnicos (portugueses-índias). A segunda geração, seus filhos mamelucos, conheciam a língua nativa e tinham outras facilidades de relacionamento. Alguns se tornaram famosos bandeirantes como Francisco Dias Velho, por exemplo, o fundador da povoação que deu origem à Vila de Nossa Senhora do Desterro, bisneto de uma tapuia.

Entre os portugueses que formaram família no Brasil destacaram-se no início da colonização Diogo Álvares Correia, o “Caramuru”, e João Ramalho.

Caramuru viveu na Bahia, em cuja costa havia naufragado o navio em que viajava em 1510, até a sua morte, em 1557, sendo respeitado pelos Tupinambás. Tinha várias mulheres, como costume entre os índios, entre as quais Paraguaçu, filha de um chefe guerreiro ou cacique. Com ela teve muitos filhos; duas filhas se casaram com espanhóis, moradores na região.

De João Ramalho, não se sabe se seria náufrago, degredado, desertor ou simples aventureiro. Desde 1508 convivia com os índios Guaianases, na região onde mais tarde seria fundada São Vicente. Casou-se com Bartira, também filha de um chefe guerreiro. Bartira e João Ramalho tiveram tantos filhos e filhas que estão presentes na genealogia de todas as antigas famílias paulistas.


O início da colonização européia

Diz-se que é a partir de 1516 que se inicia, realmente, a colonização, com a ordem de D. Manuel I de distribuir, gratuitamente, machados e enxadas aos portugueses dispostos a povoar o Brasil. Em 1518, porém, os índios exterminariam a colônia em Porto Seguro, atacando a igreja e, em seguida, a feitoria.

Excetuando-se a expedição guarda-costas de Cristóvão Jacques, em 1516-1519, não houve praticamente atividade oficial da Coroa na América portuguesa. A primeira tentativa de governo se dará sob D. João III com a missão chefiada por Martim Afonso de Sousa. Dessa longa viagem há um documento fundamental, o “Diário da navegação“, de Pero Lopes de Sousa, de 1530-1532 mas só publicado no século XIX. É peça chave para se entender a luta entre Portugal e Espanha pelo controle do estuário do Rio da Prata.

Alguns historiadores situam o início da colonização por volta de 1530, quando começou a cultura da cana-de-açúcar e a instalação de engenhos para a fabricação do açúcar. Mas a implantação deste esquema exigia atividades complementares, secundárias porém fundamentais para a produção açucareira: a pecuária e a agricultura de subsistência.

Antonil comenta, em sua obra de 1710, «Cultura e Opulência do Brasil por suas drogas e minas»: Quem chamou as officinas em que se fabrica o açúcar, engenhos, acertou verdadeiramente no nome. Porque quem quer que as vê, e considera com reflexão que merecem, he obrigado a confessar que são huns dos principaes partos, e invenções do engenho humano, o qual como pequena porção do Divino, sempre se mostra no seu modo de obrar, admirável. (…) O ser senhor de engenho, he título, a que muitos aspirão, porque traz consigo, o ser servido, obedecido e respeitado de muitos.» (na grafia arcaica original).

A cultura do açúcar incidiu primeiramente sobre o século da descoberta e sobre o início do século XVII, mas influenciou o Brasil durante quatro séculos. Até às grandes descobertas dos ibéricos, o açúcar era produto de farmácia, caro, ao alcance de poucos, presente oferecido em porções diminutas. Já no século XV Portugal o obtinha de canaviais plantados na Ilha da Madeira, Açores, São Tomé. Sua demanda pela Europa o foi fator que estimulou a ocupação da costa brasileira e a imediata criação de áreas produtoras, inicialmente situadas no Recôncavo baiano e na Zona da Mata pernambucana. As mudas vieram da Madeira com as primeiras expedições e se espalharam pelo litoral. Plantou-se cana de açúcar em todas as capitanias hereditárias, mas Pernambuco foi onde deu certo!

Já as primeiras cabeças de gado vieram do arquipélago de Cabo Verde, em 1534, para a capitania de São Vicente. Em 1550 Tomé de Sousa mandou uma caravela a Cabo Verde trazer um novo carregamento, desta vez para Salvador. Da cidade, o gado começou a espalhar-se rumo a Pernambuco e para o nordeste e o norte, principalmente Maranhão e Piauí.


A interiorização da ocupação

O reconhecimento do interior da terra, descoberta há poucas décadas, começou a ser feito pelas entradas e bandeiras. Havia interesse em descobrir o ouro, a terra do Eldorado, ou diamantes como na Índia, e prata como nas minas do Potosí, na atual Bolívia.

O sonho das riquezas estimulou a penetração, e foram surgindo arraiais.

As entradas eram penetrações organizadas pelos governadores e contavam portanto com seu incentivo, eram pagas pelo Rei. As principais saíram da Capitania de São Vicente e destinavam-se a prender índios para escravizá-los (dizia-se prear carijós) e buscar os metais preciosos - ouro e prata - tão abundantes nas zonas de colonização espanhola como México, Peru, Bolívia.

Os vicentinos aproveitaram o fato de os rios do planalto sul do Brasil correrem para o interior e desceram por eles rumo ao interior, às bacias dos rios Paraná e Paraguai e Uruguai, penetrando regiões que teoricamente pertenciam à Espanha, onde os jesuítas aldeavam os índios, ou bugres, em aldeias a que chamavam reduções. Já os encontravam reunidos, catequizados, eram presa mais cobiçada!

Outros rumaram pelo que se chamava o sertão dos Cuietés, subindo serranias, padecendo de seus esforços brutais, na terra que hoje é Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso. Demoravam anos em pesquisas, alguns enlouqueciam mesmo, sem conseguir voltar a sua vida normal, alucinados com a febre do ouro, das esmeraldas, dos diamantes. Como tinham que plantar para comer, onde permaneciam meses deixaram o núcleo dos ajuntamentos que se transformaram em aldeias, vilas, cidades.

Já as bandeiras eram expedições financiadas por comerciantes, fazendeiros, traficantes de bugres. Juntavam-se aventureiros e mamelucos paulistas, partiam sob a chefia de algum homem das velhas famílias indigenizadas de São Paulo, Camargo, Pires, Pais Leme ou Bueno da Silva, deixando a gerir seus negócios costumeiros suas valentes mulheres, as verdadeiras matronas. Passavam anos no mato, formavam famílias novas com as carijós da terra, fundavam arraiais onde plantavam milho, escalavam os picos da terrível serra da Mantiqueira, passavam fome e frio, tudo isso para trazer fieiras de índios e, muito mais tarde, nos anos finais do século XVII, as primeiras pepitas de ouro recolhidas nos ribeirões do Carmo. Entraram para a história do Brasil como bandeirantes.


Século XVII

Desde 1578, quando o jovem rei de Portugal, D. Sebastião, morreu combatendo alguns potentados mouros no norte de África, na batalha de Alcácer-Quibir, o destino de Portugal estava entregue à Espanha. Assumiu de imediato a coroa seu tio-avô, o velho cardeal Dom Henrique que morreria dois anos depois em 1580. Por força de seu sangue português, palavras, armas e dinheiro, Filipe II, rei da Espanha e tio de D. Sebastião, foi aclamado rei de Portugal como Filipe I. Pelo Juramento de Tomar, o rei espanhol concedeu em 20 de abril de 1581 certa autonomia a Portugal: mantinha o idioma, os cargos seriam atribuídos a funcionários portugueses. Teve início então o período de 60 anos de domínio espanhol: Portugal (e o Brasil) herdaria os inimigos da Espanha, que não eram poucos: Inglaterra, França e as Províncias Unidas ou Holanda. Com a União Ibérica, surgiu o interesse dos Países Baixos em nossa terra, por isso o Nordeste foi invadido e dominado por tantas décadas. O assunto é mais estudado no capítulo Invasões holandesas no Brasil.

Curiosamente, durante quase um século, entre 1648 e fim da década de 1740, o Brasil dominou Angola, tomando o lugar de Portugal no controle da colônia e do tráfico de escravos. O domínio começou com o envio de uma armada, financiada por comerciantes brasileiros, para reconquistar Angola, então sob o domínio dos Países Baixos.

De 1641 até à altura da Restauração de Angola, em 1648, ficou o Brasil em difícil situação econômica devido à falta de renovação da mão-de-obra escrava, ocorrendo declínio da colonização, ao mesmo tempo que aumentava, de maneira notável, o progresso das regiões ocupadas pelos holandeses da Companhia das Índias Ocidentais comandados por Maurício de Nassau. Em virtude de sua privilegiada posição estratégica com litoral no Atlântico Sul, em frente de Angola, e pelas condições que ofereciam os seus portos, em particular a Bahia e o Rio de Janeiro, estava o Brasil em ótima situação para servir de ponto quase obrigatório de passagem das armadas que se dirigiam a Angola. Assim sucedia com as frotas comerciais, que iam ao Brasil e só dali alongavam a sua viagem até Angola. Duas armadas militares enviadas a Angola em 1645 tiveram na Bahia a sua base naval, o mesmo tendo acontecido à armada libertadora de 1648. Quando Angola foi libertada dos holandeses, os negros dali idos, em número elevado, constituíam apreciável aglomerado social vinculado espiritualmente à sorte da sua terra-mãe, sendo de destacar, entre eles, Henrique Dias, o qual combateu valorosamente pelo estandarte real tanto no Brasil como em Angola. A História que se ensina nas escolas lusófonas ignora ou quase ignora que negros, mestiços e brancos colaboraram entusiasticamente na empresa “angolana”, solidarizando-se na tarefa da libertação e reconquista de Angola e São Tomé e Príncipe.

Este fato tem relações próximas com o fato dos neerlandeses terem invadido Pernambuco. Esta invasão neerlandesa durou de 1624 a 1654. Em 1637, instalou-se em Pernambuco o conde Maurício de Nassau. Nassau percebeu que faltava mão-de-obra na região e deu-se conta também de que podia vir de Angola. Assim, reportou a Amsterdã que para manter o domínio sobre Pernambuco era preciso dominar Angola. Desta forma os neerlandeses a tomam, em 1641. O domínio neerlandês em Angola dura até cerca de 1648, quando os portugueses já têm Pernambuco praticamente de volta. Portugal autoriza a retomada de Angola, mas não envia tropas. Quem toma esta atitude são os comerciantes do Rio de Janeiro, que pagam uma armada para tomar Angola dos neerlandeses, que não impõem resistência. Estes já estavam perdendo o Nordeste, portanto Angola já não lhes interessava. Num dia a armada brasileira tomou Luanda. A partir de então todos os cargos importantes do governo passaram a ser ocupados por pessoal vindo do Brasil, desde o governador-geral até o bispo e o comandante militar. Isto durou por quase um século.


Expansão territorial

Costuma-se dizer que durante o século XVI, as povoações se concentravam no litoral, já que os colonos tinham medo da floresta e dos índios. Isso começou a mudar quando os jesuítas passaram a fundar missões no interior. A partir daí, a marcha em direção ao interior foi efetuada pelos bandeirantes e pelos criadores de gado. Aumentou consideravelmente a extensão do território, por ações de expedições militares do Governo para expulsar estrangeiros, jesuítas que fundaram aldeias para catequizar os índios e exploração econômica de riquezas naturais do sertão, bandeirantes que buscavam apresar índios no sertão, e acharam metais preciosos, e criadores de gado cujos rebanhos e fazendas foram sendo “empurrados” para o interior.

As principais expedições militares fundaram Filipéia de Nossa Senhora das Neves (1584), hoje João Pessoa; o Forte dos Reis Magos (1597), hoje Natal; a Fortaleza de São Pedro (1613) hoje Fortaleza e o Forte do Presépio (1616) atual Belém.

A pecuária desempenhou grande papel na economia colonial pois fornecia à população carne, força motriz para os engenhos, couro com suas múltiplas utilidades e os animais de transporte para as zonas mineradoras. Representava um negócio interno e seus lucros foram diretamente incorporados pela colônia mesmo sendo atividade bastante rudimentar.

Carta régia de 1701 proibiu a criação do gado numa faixa de 10 léguas a partir do litoral, já que ocuparia extensos pastos mais lucrativos se utilizados na cultura canavieira. Os sertões do nordeste são a área criatória mais antiga da colônia. A fase de ascensão da pecuária nordestina estendeu-se até o início do século XVII, até sua pratica extinção causada pelas brutais secas de 1791 e 1793. Nas campinas da região sul, a pecuária encontraria por seu lado condições altamente favoráveis.

Depois da união ibérica (1640), Portugal entrou em recessão com a concorrência que o açúcar das Antilhas fazia ao do Brasil, cujo preço caiu. O velho sonho de encontrar ouro foi retomado.


Datas importantes no século XVII

Algumas datas são importantes marcos na história da colonização no Brasil.

  • 1603 - Publicação das Ordenações Filipinas em 11 de janeiro, promulgação dos primeiro Regimento das Minas em 16 de agosto.
  • 1604 - Criação do Conselho das Índias e Conquistas Ultramarinas.
  • 1605 - Início das medidas de controle sobre a permanência de estrangeiros em território português ultramarino, concessão de ampla liberdade aos índios, por provisão real de 5 de junho, construção do Forte de Santa Cruz no Rio de Janeiro.
  • 1606 - Concessão à Santa Casa do Rio de Janeiro dos mesmos privilégios e provisões da Santa Casa de Lisboa.
  • 1608 - Nova divisão do Brasil em duas administrações: norte e sul (incluindo Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Vicente). Foral da vila de Angra dos Santos Reis da Ilha Grande, Rio de Janeiro e criação da vila de Nossa Senhora da Conceição em Angra dos Reis, Rio de Janeiro.
  • 1609 - Início do governo de Francisco de Sousa, sediado no Rio. Criação do Tribunal da Relação do Brasil em Salvador, por resolução de 7 de março e Instalação do matadouro do Rio.
  • 1612 - Reunificação administrativa do Brasil.
  • 1615 - Elevação da vila (antiga feitoria) de Nossa Senhora da Assunção de Cabo Frio, construção do forte de São Mateus (ou Santo Inácio) próximo à ponta de Búzios, Cabo Frio, no Rio.
  • 1616 - Tratado de paz entre Holanda e Portugal.
  • 1617 - Provisão de Salvador Correia de Sá a seu filho Gonçalo Correia de Sá, ordenando a abertura do caminho da marinha para o rio Paraíba e exploração do sertão. Carta régia autoriza a todos os vassalos a exploração das minas descobertas no Brasil.
  • 1618 - Início na Europa da Guerra dos Trinta Anos. Promulgado do segundo regimento das minas.
  • 1619 - Estabelecimento da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência no Rio.
  • 1620 - Início do conflito entre jesuítas e o Santo Oficio.
  • 1621 - Fundação da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais com privilégios comerciais na África e América. Início do reinado de Filipe III de Portugal (Filipe IV da Espanha), dinastia de Habsburgo. Divisão do Brasil em Estado do Brasil e estado do Maranhão e Grão-Pará.
  • 1622 - Fundação dos primeiros engenhos de açúcar no Maranhão.
  • 1627 - Início de povoamento dos Campos dos Goitacazes com introdução de pecuária, principalmente a partir de 1633.
  • 1634 - Freguesia de Nossa Senhora da Candelária, na cidade do Rio de Janeiro.
  • 1640 - Fim da União das Coroas ibéricas. Restauração da monarquia portuguesa com aclamação de D. João IV, da Casa de Bragança.
  • 1642 - Criação do Conselho Ultramarino e dos conselhos da Consciência, Fazenda, Guerra, e Estado. Abolição dos monopólios régios nas Índias e Guiné, salvo o da canela. Decreto do monopólio do tabaco em favor da coroa.
  • 1643 - Indicação de Salvador Correia de Sá para governador e administrador geral das minas de São Paulo, com poderes independentes.
  • 1644 - Movimento contra a família Sá e aclamação de Agostinho Barbalho como governador do Rio, “eleito pelo povo”.
  • 1648 - Reconquista de Angola por Salvador Correia de Sá. Fundação da Ordem Terceira de NS do Carmo no Rio de Janeiro.
  • 1649 - Criação da Companhia Geral de Comércio do Brasil. Partida da primeira frota com destino ao Brasil. Portugueses expulsos Arábia e do Golfo Pérsico por árabes ajudados por ingleses e holandeses.
  • 1650 - Início do curso de Artes e Teologia do Convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro.
  • 1652 - Restabelecimento do Tribunal da Relação do Brasil suprimido pelos Filipes, ainda sediado em Salvador. Extensão da autorização para entradas a todas as ordens religiosas e não mais apenas aos jesuítas.
  • 1657 - Ataque holandês a Portugal bloqueia Lisboa por três meses. Instauração da Custodia do Rio de Janeiro pelos franciscanos, depois da elevação da Custodia de Pernambuco a Província Autônoma sob a denominação de Santo Antônio do Brasil.
  • 1659 - Extinção da Companhia Geral de Comércio do Brasil.
  • 1660 - Revolta no Rio de Janeiro, liderada por Agostinho Barbalho contra Salvador Correia de Sá e a cobrança de impostos. Ordem de Salvador Correia de Sá para exploração da estrada de Parati visando à descoberta de minas de ouro.
  • 1661 - Acordos de Londres e Haia - os holandeses reconhecem a perda do nordeste do Brasil.
  • 1663 - Regimento dos capitães-mores.
  • 1664 - Criação da Companhia Francesa das Índias. Os primeiros franceses em Caiena.
  • 1666 - Instalação de estaleiro na Ilha Grande, Rio, para construção de fragatas. Ordem para envio de maior número de cavalos a Angola. Epidemia de bexiga no Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia.
  • 1667 - Condenação do Padre Antônio Vieira a reclusão e silêncio. Foral da vila de Parati.
  • 1669 - Requerimento da câmara municipal para que todos os anos viessem ao Rio de Janeiro três navios de Angola com escravos.
  • 1671 - Revolta dos Frades no Rio, Bahia e Pernambuco pela isenção de submissão aos prelados portugueses.
  • 1673 - Permissão de navegação transportando escravos negros para particulares e para companhias, obrigando a observação das “regras humanitárias” de 1664.
  • 1674 - Publicação do regimento para os armazéns da Guiné e Índias e Armadas. Criação da Junta do Tabaco.
  • 1675 - Criação da nova Província Religiosa do Rio de Janeiro com o nome de Imaculada Conceição.
  • 1676 - Elevação do Bispado da Bahia a Arcebispado Metropolitano do Brasil. Criação do Bispado do Rio de Janeiro, sufragâneo da Bahia pela bula papal Romani Pontificis Pastoralis Solicitudo, de 22 de novembro. Delimita como limites diocesanos a área entre o sertão do Espírito Santo e o Rio da Prata.
  • 1677 - Foral da vila de São João do Paraíba, Rio. Foral da vila de São Salvador dos Campos dos Goytacases, Rio.
  • 1678 - Instalação da Relação Eclesiástica na Bahia.
  • 1679 - Subordinação das capitanias do sul do Brasil ao governo do Rio de Janeiro
  • 1680 - Criação da Colônia de Sacramento por Manuel Lobo, governador do Rio de Janeiro.
  • 1681 - Criação da Junta das Missões. Descoberta de pedras preciosas por Fernão Dias Pais Leme.
  • 1683 - Coroação de D. Pedro II (sucessor de D. Afonso VI).
  • 1690 - Fundação do arraial de Sabará, Minas Gerais, pelos paulistas.
  • 1695 - Destruição do Quilombo dos Palmares.
  • 1696 - Nomeação do primeiro juiz de fora no Rio de Janeiro. Construção do Forte de Santiago da Misericórdia (ou do Calabouço) na base do Morro do Castelo, cidade do Rio.
  • 1697 - Primeiras descobertas significativas de minas de ouro em Minas Gerais.
  • 1698 - Transferência da Casa da Moeda de Salvador para o Rio de Janeiro.
  • 1699 - Sujeição da Colônia do Sacramento ao Rio de Janeiro.
  • 1700 - Proibição de passagem de mestres, oficiais e escravos para Minas Gerais.

Até o fim do século XVII Portugal explorou o Brasil com tranqüilidade. Havia interesses comuns entre colonos e o governo em função de interesses econômicos. A um certo momento, pareceu-se entender que explorar a Colônia significava também incentivar algum desenvolvimento, e com o desenvolvimento, poderiam surgir idéias de independência. A contradição acabou provocando numerosas revoltas, mas nems empre com o objetivo de separar o Brasil de Portugal. Os interesses eram mais bem econômicos: a fuga à opressão quando se afigurava demasiada.


Século XVIII

A descoberta das primeiras jazidas na terra posteriormente, e por isso mesmo, chamada Minas Gerais provocou verdadeira febre: gente de todo tipo acorreu em busca de riquezas. Dizia-se que o reino esvaziou… Houve conflitos, guerras, mudanças profundas. Nem por isso o Brasil ficou mais rico. 20% do ouro transformado em barras nas Casas de Fundição (pois era proibido negociar ou manter ouro em pó ou em pepitas) já ficava ali, era o quinhão da Coroa. E o resto acabada partindo, pagando escravos, implementos, armas, mantimentos, vinho. Mas tampouco permaneceu em Portugal: foi parar nas mãos dos ingleses.

O conflito entre os paulistas descobridores do ouro e os portugueses, reinóis recém chegados, que queriam datas ou terras nas minas, provocou mortandade no Rio das Mortes, onde hoje está a cidade de São João del Rei. Os forasteiros ficaram apelidados emboabas.

Procurando dar fim à rivalidade, a Coroa interveio na na região e passou a exercer o controle econômico da minas. Em Julho de 1711, D. João V elevou São Paulo à categoria de cidade, dela separando administrativamente a região das minas. Além dessa que mencionados e se chamou Guerra dos Emboadas, em 1708, houve em 1720 uma revolta em Vila Rica na qual foi enforcado Filipe dos Santos a mando do conde de Assumar.

Em 1720 tanta gente vinha para o Brasil catar ouro que a Metrópole foi obrigada a limitar as saídas, autorizadas somente mediante passaporte especial fornecido pelo governo. Acabaram criadas uma Intendência das minas, órgão diretamente vinculado ao rei, com as funções de distribuir terras para exploração do ouro, cobrar tributos, fiscalizar o trabalho dos mineradores. O controle da circulação do ouro se fazia nas Casas de Fundição, que o transformavam em barras e retirava o quinto. Mais tarde, fixada a quantidade de arrobas de ouro que anualmente deveriam, forçosamente, ser enviadas a Portugal, quando não se completavam, era feita a terrível derrama. Com a expansão bandeirante, foi descoberto ouro no Mato Grosso em 1718 e em Goiás em 1725. O abastecimento das novas capitanias (Mato Grosso e Goiás) ficava na responsabilidade das monções, cortejo de canoas que realizava longo e difícil percurso até atingir os sertões do centro-oeste.

Depois, acharam-se diamantes. Durante dez anos, aliás, haviam saído contrabandeados para o porto de Salvador… Calcula-se que, entre 1730 a 1830, produziram-se em Minas Gerais cerca de 610 quilos. Preocupado com o contrabando, a Matrópole criou a Intendência dos Diamantes, que passou a funcionar a partir de Agosto de 1771 com a função básica de fiscalizar a exploração dos diamantes e proceder à cobrança de impostos. Delimitou-se todo um Distrito, intitulado Distrito Diamantino, terra fechada, sem estradas, sem caminhos. Choviam proibições na colônia: em 1751 foi proibido o ofício de ourives em Minas, para evitar o extravio; em 1766 a proibição se estendeu à Bahia, Pernambuco e Rio. Em 1785, proibiram-se todas manufaturas têxteis. Em 1795, proibição da instalação de indústria de ferro.

Mesmo assim fundavam-se cidades, como Rio Grande, em 19 de fevereiro de 1737, pelo brigadeiro José da Silva Pais.

Em 1751, surgiu o Estado do Grão-Pará e Maranhão, causado pela expansão do Estado do Maranhão rumo à Amazônia. No ano de 1772, foi repartido: parte do território foi anexado à Capitania de São José do Rio Negro, passando a constituir o estado do Grão-Pará e Rio Negro, com capital em Belém: outra parte foi anexada às terras do estado do Piauí, passando a constituir o estado do Maranhão e Piauí, com capital em São Luís.

No nordeste, a exploração do açúcar originara uma sociedade rural, dominada pelos senhores de engenho e tendo na base os escravos e dependentes. Em Minas Gerais, a exploração do ouro fez nascer uma sociedade urbana, heterogênea, composta de comerciantes, funcionários do rei, profissionais liberais e vastíssima multidão de escravos. Os escravos chegaram a constituir,
em 1786, 75% da população mineira. A ascensão social era também mais fácil do que no Nordeste açucareiro.

No fim desse século, houve a Inconfidência Mineira, em 1789, e pouco depois a Conjuração Baiana (1798). O Brasil acordava.


A colonização pelos imigrantes


Os açorianos


Os portugueses

  • Imigração portuguesa no Brasil


Os espanhóis


Os negros

Embora os negros tivessem sido trazidos a força para o Brasil para trabalhar como escravos, sua influência revelou-se muito grande e com o passar do tempo muitos dos seus hábitos foram incorporados à cultura local. Principalmente na culinária e no vocabulário podem-se notar influências dos que foram trazidos de diversas partes da África.


Os suíços

Em maio de 1818, D. João VI autoriza por decreto a primeira imigração não portuguesa para o Brasil, exatamente as cem famílias de colonos do Cantão de Fribourg, na Suíça.


Os alemães

  • Imigração alemã no Brasil
  • Colonização alemã no Paraná
  • Colonização alemã no Rio Grande do Sul
  • Colonização alemã em Santa Catarina


Os italianos

  • Imigração italiana no Brasil


Os japoneses

  • Imigração japonesa no Brasil


Correntes migratórias minoritárias


Os poloneses


Os lituanos

  • Imigração lituana no Brasil


Os suíços


Os austríacos

  • Imigração austríaca no Brasil


Os Árabes


Neo-colonialismo

Após a independência do Brasil a colonização não terminou, continuando sob a forma de colonialismo cultural, símbolo da influência francesa através da corte. Posteriormente, o domínio cultural anglo-saxônico e, finalmente, o estado-unidense, se impuseram. A colonização Coca-cola tornou-se uma realidade inegável.


==

  • Descoberta do Brasil
  • Brasil Colônia
  • História do Brasil
  • Colonização alemã no Rio Grande do Sul
  • Colonização de Santa Catarina
  • Colonização alemã em Santa Catarina
  • Imigração alemã no Brasil
  • Imigração italiana no Brasil
  • Cronologia da colonização das Américas
  • Os Judeus e o Brasil Colonial


==

  • http://bresserpereira.org.br/ver_file.asp?id=549


Bibliografia

  • Entrevista com José Gonçalves, pesquisador do Centro de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade Cândido Mendes.
  • História das Civilizações - Abril Cultural
  • Enciclopédia Larousse Cultural

Distância entre os eixos

Posted on May 8th, 2008 in Uncategorized by admin

A distância entre os eixos é a distância entre os centros das rodas dianteira e traseira.
Geralmente, quanto maior a distância entre os eixos, maior será o conforto no interior do veículo. Isto explica o fato de carros maiores possuirem mais conforto e também mais espaço interno em relação aos carros menores.

Campeonato Mundial de Ginástica Artística 1905

Posted on May 5th, 2008 in Uncategorized by admin

O II Campeonato Mundial de Ginástica Artística transcorreu entre os dias 22 e 23 de abril de 1905, em Bordeaux, França.


Masculino


Equipes

Pos. País Pontos
990,000
<center> 914,750
<center> 906,750


Individual geral

Pos. País Ginasta Pontos
<center> Marcel Lalue 185,500
<center> Daniel Lavielle 184,250
<center> Lucien Démanet 179,250


Cavalo com Alças

Pos. País Ginasta Pontos
<center> Georges Dejaghère 34,750
<center> Marcel Lalue 34,500
<center> Daneil Lavielle 33,750


Barra Fixa

Pos. País Ginasta Pontos
<center> Marcel Lalue 36,000
<center> Josef Martinez 35,750
<center> Pierre Payssé 35,500
Lucien Démanet 35,500


Barras Paralelas

Pos. País Ginasta Pontos
<center> Josef Martionez 33,500
Marcel Lalue 33,500
<center> Pierre Payssé 32,750


Quadro de Medalhas

Pos. País Total
<center> 1 <center> 6 <center> 3 <center> 5 <center> 14
<center> 2 <center> 0 <center> 1 <center> 0 <center> 1
<center> 3 <center> 0 <center> 0 <center> 1 <center> 1